
António Filipe, candidato à Presidência da República, esteve no distrito de Braga, tendo sido recebido em Barcelos pela Administração da ULS Barcelos – Esposende, em Braga onde reuniu com as estruturas representativas dos trabalhadores da Bosch e participou na iniciativa “À conversa sobre Democracia, Direitos e Desenvolvimento” no Café Vianna, e em Guimarães, na Sessão Pública “A Esperança que não fica à Espera. Com o Povo, Por Abril, Por Portugal”.
Na reunião com a Administração da ULS Barcelos – Esposende, no Hospital de Barcelos, o candidato abordou “a promessa de um novo hospital, uma necessidade reconhecida, mas que tarda em ser concretizada”.
Para António Filipe, “o Presidente da República deve ser uma figura atenta e exigir ao Governo que cumpra a sua responsabilidade e, em particular, concretize o novo hospital de Barcelos. O Serviço Nacional de Saúde tem de ser defendido, é uma conquista da Revolução de Abril e significou um grande progresso nas condições de vida do nosso povo. Todos sabemos que sem profissionais de saúde, não há cuidados de saúde, nem há SNS.É urgente a adoção de medidas para fixar profissionais de saúde no SNS, valorizando carreiras e garantindo condições de trabalho”.
No contacto com as estruturas representativas dos trabalhadores da BOSH Braga, na sequência do anúncio da empresa de avançar com o Lay-off, António Filipe teve contacto “com um exemplo concreto dos impactos da ofensiva tarifária dos EUA de Trump: no final quem sofre são os povos e os trabalhadores”.
Na reunião, afirmou que “Portugal precisa de ter uma voz, de afirmar a soberania nacional e diversificar as suas relações comerciais, valorizar o trabalho e apostar na produção nacional”. “Perante instabilidade internacional e as suas consequências não podem ser sempre os trabalhadores a pagar a fatura. A BOSH Braga é uma das grandes empresas que vai agora receber mais uma borla com a redução do IRC. Nada justifica que sejam os trabalhadores, através dos recursos da segurança social, a pagar uma paragem que não é da sua responsabilidade. Dia 8 de Novembro lá estarei ao lado dos trabalhadores na manifestação nacional convocada pela CGTP-IN”, referiu António Filipe.
Depois, em Braga e Guimarães, participou em conversas muito participadas com apoiantes sobre democracia, direitos e desenvolvimento e os eixos que motivam a candidatura. “Esta candidatura vale por si, não precisa nem exige a desistência de outros”, disse.
“É uma candidatura que se destina a todos os que querem defender o regime democrático face à ofensiva das forças mais reaccionárias. Um caminho que passa pela defesa da Constituição, dos direitos fundamentais que consagra e do caminho de desenvolvimento que aponta”, finalizou.


