
O Festival Extremo regressa à Falperra, na fronteira entre Braga e Guimarães, no próximo dia 18 de julho, com uma programação que se estende desde o nascer do sol até à madrugada e inclui concertos, performances, instalações sonoras, oficinas, uma caminhada e uma conversa.
De acordo com a organização, a segunda edição do festival arranca às 06:00, no Seminário Carmelita, no Sameiro, com um concerto da artista portuguesa Calcutá, seguindo-se uma caminhada entre o Sameiro e a Falperra, durante a qual o público será surpreendido por intervenções artísticas ao longo do percurso.
O programa reúne artistas nacionais e internacionais, entre os quais Alessandro Cortini, Shane Parish, Valentina Magaletti, Debit, Molero, Pedro Augusto e Helviofox, cruzando propostas que vão da música eletrónica à experimentação sonora.
Ao longo do dia, a Falperra recebe ainda a instalação sonora “Habitat”, de Adriana Sá e John Klima, sessões de improvisação, oficinas de eletrónica solar experimental e de biomateriais e uma visita guiada à fauna e flora da serra, estas últimas já com lotação esgotada, segundo a organização.
A programação noturna inclui atuações de Shane Parish, Joana de Sá, Debit, Alessandro Cortini e Helviofox, prolongando-se até depois da meia-noite.
A organização refere que estarão disponíveis ligações de autocarro reforçadas entre Braga, Guimarães e a Falperra, em parceria com os Transportes Urbanos de Braga (TUB) e a GuimaBus, com horários adaptados ao festival. Durante as viagens será ainda apresentada a instalação sonora “Comprimento de Onda”, da autoria de Luís Pinto.
O acesso ao Festival Extremo é gratuito, sendo apenas necessária inscrição prévia para a participação na caminhada.
O evento integra o legado da Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura 2025, contando com o apoio dos municípios de Braga e Guimarães e da Guimarães 2026 – Capital Verde Europeia. A curadoria é da associação cultural Capivara Azul.


